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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Ano Eleitoral do Ponto de Vista Crítico Adolescente.



Todo o ano eleitoral é a mesma coisa... Pessoas que você nunca viu no mínimo, nos últimos 3 anos, falando de problemas que te assolaram nos últimos 10,20,30 anos... E mais, Propondo soluções mirabolantes, técnicas, improváveis, Racionais e até palpáveis, que te fazem acreditar que efetivamente  esse(s) problema(s) será (ão) resolvido(s). Pessoas te abordam nas ruas com Banners, panfletos e adesivos multicoloridos, lógico que a marca do pretendente não pode faltar. É até empolgante ver pessoas que acreditam tanto nesses candidatos, a ponto de vendê-los como remédio milagroso, que tudo faz e tudo cura. As mobilizações populares que em cima do período de votação acontecem, congestionando o transito ou causando transtornos que vão desde ao som alto, até acidentes devido a descoordenação das carreatas.
Comícios inúmeros e todos mobilizadores do ponto de vista populacional. Não podemos esquecer das reuniões pré-eleições, que acontecem na casa de eleitores do mesmo perfil das pessoas que te abordam nas ruas: ai é um bacanal, rola de tudo, “mas sem malicia”, o candidato espoe suas ideias, e logo é correspondido com silêncios avassaladores, que fazem o discurso do pretendente, crescer e passar cada vez mais credibilidade confiança e por fim o convencimento de que a proposta dele é a melhor, mas lógico com uma mensagem final, “isso foi apenas uma conversa informal” .
Debates televisionados ou transmitidos pela internet e radio, que na maioria das vezes respeitam a democracia, através de esquemas mirabolantes, que com suas soluções matemáticas e imparciais permitem que não haja prejuízos ao candidato mais conveniente a emissora, ou o mais bem cotado nas pesquisas.
Vemos a famosa boca de urna, onde alguém que te conhece ou não, tenta influenciar um publico alvo em particular; você! E outras pessoas que ele conhece e outras pessoas que ainda, no dia da votação, não tem candidato definido ou irão por razões ‘obvias’, votar em branco, lembrando que a famosa boca de urna tem a mesma mensagem final das reuniões pré-eleições, pois nesse caso a mensagem é mais enfatizada ainda, porque a pessoa pode ser denunciada e ai, irá para a cadeira de um ginásio esportivo tendo como companhia outros, que juntamente com ela, partilharam de horas entediadas, tendo como punição principal: sua privação de exercer seus direitos de cidadão? Tendo como vigilantes “atentos” os agradáveis Policia; tudo isso tomando cafezinhos e comendo algo parecido com comida...
Propaganda politica... As palavras são poucas para definições tão complexas... Quem assiste tem primeiro o orgulho de ver propagandas partidárias de partidos que pregam a democracia, acima de todas as coisas – até partidos comunistas – (detalhe) isso seria normal se o comunismo adotado por esses, fossem os mesmo formulado por filósofos das ciências econômicas. Os horários são uma “coisa”, mais “coisa” são as coligações partidárias, todas beirando o esgotamento das possibilidades de combinação do ponto de vista matemático, probabilístico e ideológico.
Promessas são os pilares da politica moderna (Maslu Correa). Ainda bem que os aspirantes aos cargos públicos contam com a amnesia cíclica do seu publico, isso lhes dá confiança e autoestima para continuarem prometendo sem o mínimo compromisso de cumprir.
O Adorado, idolatrado, cliente fiel, consumidor, publico alvo, eleitor (possível popularmente falando, Mané), é absolutamente interessante ver a mobilização de pessoas interessadas na “democracia” ([Do gr. demokratía.] Substantivo feminino.. Governo do povo; soberania popular; democratismo. ). O eleitor é com certeza a parte mais importante desse período, pois é ele que ajuda a organizar esse evento chamado eleições, a cada 2 anos.
Quando a pessoas vão em reuniões partidárias ou em reuniões feitas em prol do candidato na casa de eleitores, se prestarem bem atenção, poderão verificar e constatar a existência de 3 tipos básicos de eleitores, 1º aqueles que estão ali só para comer, porem é simpatizante da causa mas só e se só “descolarem um esquema com o candidato”; 2ºaqueles que não veem a hora de acabar aquilo, pois ele se achou enganado, devido a pessoa que lhe informou, não ter lhe avisado que aquilo era uma reunião de candidatos - pois, ele imaginava que era mesmo com o proprietário do cargo oficial (ex: prefeito, governador e etc...);  3º aqueles que chegaram vinte minutos mais cedo para comer e que permanecem comendo todo o período de explanação do candidato que como sempre não falou pouco.
Temos por fim um perfil de eleitor que age de acordo com sua ética - cada vez mais ética - o eleitor, classificado como consumidor/cliente o mais comum entre toda a gama de cidadãos, de um estado democrático de direitos... Aquele que tem uma necessidade e fará de tudo para supri-la chegando até usar como moeda, o seu rico e disputado voto. Existe outra classe de eleitores: são aqueles que não medem esforços quando o assunto é pedir, podemos até classificar como uma subclasse dos eleitores Consumidores/clientes, o eleitor consumidor/cliente pidão, que representa um nicho em expansão desde que o mundo é mundo, que é aquele que tudo pede porem nada conseguiu.
Como esquecer o Superior Tribunal De Justiça Eleitoral; mais conhecido como a personificação jurídica da impunidade e exemplo intangível quando o assunto é a proteção da categoria, só perdendo para o parlamento e o Superior Tribunal De Justiça.
Virou vulgar o pensamento que politica é uma coisa só de ladrão e pessoas mal intencionadas, mas isso devido a cultura que existe neste país, de que politica é para um grupo isolado de pessoas e mais que politica é para os ricos que por sua vez usam os pobres para conseguirem o que querem.
É absolutamente incrível ver que em pleno século 21, pessoas se vendem, ou melhor, vendem sua chance de mudar o cenário atual, em troca de favores, como a quitação de uma fatura do cartão de crédito ou uma simples promessa de emprego – que diferentemente das outras promessas do candidato não será esquecida, nem por decreto... Isso por parte do cidadão eleitor. É esse tipo de atitude que movimenta as indústrias (lucrativas) eleitoreiras.
A cultura de um povo é que dita seu progresso social frente a outros povos (Maslu Correa)... Na Grécia antiga quem não gostava ou mesmo não se envolvia com assuntos sociais e política, era chamado de Idiótes(idiota em português) pois essas pessoas se viam como o centro do mundo, tudo era voltado a elas, só seus interesses importavam. Por outro lado era “politico” ou Politikós quem praticava o inverso de Idiótes ou pelo menos se interessava por questões sociais e coletivas. Conclui-se que temos que ser políticos para não sermos idiotas.
Se uma escolha for bem feita os benefícios consequentes da mesma, duraram gerações... São as escolhas que fazem o desenrolar da vida.
Lógico, por ser isso uma redação, que abordara de forma peculiar, só sobre a ponta ao iceberg, o famoso “etc...” se aplicaria no final de cada paragrafo e de cada frase feita, que como pode ser notado, não são poucas. Lembre-se isso foi apenas uma conversa informal.


Autor: JpNeto



Sugestões e duvidas entre em contato através do E-mail: jpnto@ymail.com

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO


LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO
O texto a seguir é de autoria de Ricardo Bellino e Silvana Case.

COMO SER UM EXCELENTE LÍDER
Muitos acreditam que os líderes ascendem naturalmente ao topo, enquanto outros acham que a liderança necessita ser desenvolvida e aperfeiçoada. A fim de impulsionar sua própria carreira como líder, você deve ser visionário, pioneiro, estrategista, comunicador, treinador, diplomata e político”, diz Edward T. Reilly, presidente e CEO da American Management Association. “A AMA descobriu que os líderes mais bem-sucedidos são os que se concentram no quadro geral bem como nos procedimentos operacionais”, diz Reilly. Ele oferece o seguinte conselho:

Comunique seus objetivos a sua equipe - Defina sua estratégia e objetivos para seu staff. Se você não tem certeza sobre onde quer chegar, então não saberá quando chegar lá.

Estabeleça valores a serem seguidos pelos colaboradores - Esses valores devem refletir os padrões éticos e interpessoais que, a seu ver, precisam ser respeitados pelo seu pessoal.

Crie um clima de confiança e abertura à comunicação em todos os níveis - Seus executivos e gerentes devem sentir que podem falar honestamente com você, sem temer quaisquer conseqüências. Há um provérbio que diz: “Se você acha que está liderando e ninguém o está seguindo, então você está apenas dando um passeio”. Seu staff não o seguirá, sem restrições, caso sinta que não pode se comunicar abertamente com você.

Projete a imagem de um líder - Você não deve se parecer com um super-herói para ser um líder, mas deve transmitir credibilidade. Você precisa se mostrar confiante e competente, demonstrar segurança, que sabe o que quer e o que esperar de seus funcionários. Deve ainda demonstrar o quanto se importa com eles e deixar claro que todos podem confiar no que você diz.

Ouça - Escute o conteúdo factual e emocional. Há ocasiões nas quais a observação da linguagem corporal e do tom de voz indicam com maior precisão o que realmente está acontecendo.

Concentre-se - Estabeleça suas prioridades, bem como as prioridades de sua organização. Pense quais pontos críticos de sua operação irão exigir sua atenção pessoal. Transfira outras áreas importantes às pessoas nas quais você confia e sabe que irão dar conta do recado.

Seja resoluto - Tome decisões ao longo do processo. Não permita que elas se acumulem. A soma de uma série de pequenas decisões pode ser mais difícil de lidar do que uma única, maior e mais complexa. Ao mesmo tempo, evite decisões sem reflexão. Seja rápido ao tomar decisões reversíveis, mas cuidadoso ao tomar as irreversíveis.

Transmita confiança, convicção e entusiasmo - Demonstre um otimismo inabalável em relação às chances de sucesso de sua empresa e de seu staff. Mostre-se comprometido com seus objetivos e expresse a confiança que sente na capacidade que seus colaboradores possuem para atingi-los. Ao mesmo tempo, mantenha expectativas realistas e forneça os recursos necessários para que possam cumpri-las.

Motive seu staff por meio do reconhecimento e do exemplo - O reconhecimento dos méritos de seus funcionários é uma poderosa motivação. E o exemplo também. Aprimore sua conduta e desempenho de modo a inspirar os demais. Se sua performance não for consistente e de alto nível, reveja seus padrões. Não há como inspirar seus subordinados a fazer um bom trabalho se você próprio não estiver fazendo.

Demonstre iniciativa - Não deixe passar oportunidades. Como líder, você deve estar sempre atento a tudo que possa contribuir para o sucesso de sua equipe e de sua empresa.

Disponha-se a correr riscos calculados - O ex-presidente americano John F. Kennedy disse: “Toda ação implica riscos e custos. Mas eles são muitos menores do que os riscos e custos de uma confortável falta de ação”.

Enfrente os problemas - Não os ignore. Encoraje seus funcionários a solucionar os problemas com os quais se deparam no caminho.

* Ricardo Bellino é fundador da Trump Realty Brazil, tendo sido considerado pelo próprio Donald Trump, em seu novo livro "Pense como um Bilionário", como uma verdadeira inspiração e exemplo para os aspirantes a aprendiz. É também o mentor do INEMP - Instituto do Empreendedor e autor dos livros PDI - O Poder das Idéias e Sopa de Pedra, ambos sucesso de crítica e vendas. ** Silvana Case é vice-presidente executiva do Grupo Catho, uma das maiores empresas de consultoria em Recursos Humanos do País. Atua na orientação de carreira e no recrutamento de executivos. Nos últimos 2 anos, vem conversando com empresários e CEO's para conhecer a fundo a trajetória profissional de pessoas que fazem a diferença no cenário econômico brasileiro - pessoas que chegaram lá.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Como eu "mando".


LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

COMO DELEGAR ASSERTIVAMENTE TAREFAS
Delegar tarefas e responsabilidades da forma correta é um dos maiores desafios encontrados pelos participantes de "O Aprendiz". Muitas vezes vemos o gerente de projetos sucumbir à tentação de querer fazer tudo sozinho ou, então, de seguir na direção oposta: delegar incumbências sem maiores critérios e perder o controle de todo o projeto. Se na sala de reuniões ele começar a culpar os outros pelo fracasso, ouvirá de Donald Trump a pergunta: “Por que você não tomou o controle da situação?”. Se assumir a responsabilidade pelas decisões finais, a pergunta será: “Por que você não ouviu as opiniões dos demais?"

A situação aparentemente contraditória indica o delicado equilíbrio necessário na hora de delegar tarefas. Se por um lado o líder precisa ouvir as opiniões de sua equipe, sabendo quando acatá-las e quando rejeitá-las sem causar mal-estar, por outro lado é fundamental que ele delegue responsabilidades de acordo com a competência e habilidade de cada um – o critério, aqui, não é escolher quem se oferece para executar uma tarefa, mas quem é realmente capaz de executá-la. A pessoa para a qual a tarefa foi delegada é responsável por sua execução. Contudo, a responsabilidade pelos resultados finais é sempre do líder.
Sendo assim, não deixe de:

Estabelecer objetivos - Fale claramente à sua equipe quais são as metas a serem alcançadas para que o projeto seja bem-sucedido e determine junto com ela o que é necessário para chegar lá.

Fazer com que a equipe se sinta envolvida no projeto - Incentive seus colaboradores a participar da elaboração da estratégia mais adequada para atingir os resultados desejados. Seja diplomático, porém firme, ao acatar e rejeitar sugestões. Embora a decisão final caiba ao líder, é importante não fazer com que os demais membros da equipe se sintam alienados do processo.


Selecionar a pessoa certa para cada tarefa - Quando alguém se oferecer como voluntário para determinada missão, certifique-se de que a pessoa em questão tem o perfil mais adequado para realizá-la com os resultados desejados.

Fornecer direções - A pessoa encarregada de uma tarefa deve ter uma certa autonomia para executá-la, mas a direção quem dá é o líder. Oriente seus colaboradores, sem demonstrar prepotência.

Ter certeza de que todos entendem o que você espera deles - É impossível delegar tarefas com sucesso se os membros da equipe não compreenderem com clareza o que você espera que façam e que resultados devem ser atingidos.

Evitar surpresas desagradáveis - Não confie apenas no que você espera que cada um faça. Certifique-se de que eles estão fazendo o que é esperado. Faça follow-ups constantes para acompanhar o desenvolvimento do projeto, mas faça-o de maneira rápida e objetiva. Não permita que os follow-ups se transformem em reuniões intermináveis e pouco producentes.

Saber o que delegar e o que não delegar - Nem tudo pode ser delegado. Organizar a equipe, avaliar desempenhos e determinar direções (e mudanças de direções) são responsabilidades exclusivas do líder.

Ficar em contato constante - Dê "empowerment" aos envolvidos, deixe-os trabalhar, mas combine pontos de checagem ao longo do percurso para que você acompanhe o andamento dos trabalhos. Tenha uma linha de comunicação aberta para saber como caminham e dê o suporte necessário (e se necessário).

Fazer elogios e críticas - Elogie aqueles cujos desempenhos se destacaram e faça uma avaliação crítica dos que ficaram aquém do esperado. Não aceite o jogo de “empurra-empurra”: cada qual deve responder pela tarefa que lhe coube, assim como você terá de responder pelo resultado final.

* Ricardo Bellino é fundador da Trump Realty Brazil, tendo sido considerado pelo próprio Donald Trump, em seu novo livro "Pense como um Bilionário", como uma verdadeira inspiração e exemplo para os aspirantes a aprendiz. É também o mentor do INEMP - Instituto do Empreendedor e autor dos livros PDI - O Poder das Idéias e Sopa de Pedra, ambos sucesso de crítica e vendas. ** Silvana Case é vice-presidente executiva do Grupo Catho, uma das maiores empresas de consultoria em Recursos Humanos do País. Atua na orientação de carreira e no recrutamento de executivos. Nos últimos 2 anos, vem conversando com empresários e CEO's para conhecer a fundo a trajetória profissional de pessoas que fazem a diferença no cenário econômico brasileiro - pessoas que chegaram lá.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O Que Fazer em uma Entrevista de EMPREGO?


LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO


ENTREVISTA DE EMPREGO: COMO SE COMPORTAR... E SE SAIR BEM!
No final da primeira temporada de O Aprendiz restaram quatro candidatos. Todos haviam se destacado na realização das tarefas propostas pelo reality show; era chegada a hora de passarem por uma série de entrevistas conduzidas por membros do staff da Trump Organization. Com base em suas performances durante as entrevistas, dois candidatos foram eliminados e os outros dois ficaram para disputar a prova final. Ou seja, mesmo em reality show, que prioriza tarefas nas quais os participantes demonstram na prática suas habilidades, as entrevistas tiveram um papel decisivo na etapa final.
Lembre-se que um currículo maravilhoso poderá ter o poder de te levar até a entrevista, mas é ela, a entrevista, que irá levá-lo à oferta de emprego. Portanto, quando tiver de passar por ela, lembre-se:

Informe-se sobre o empregador - Certamente você ouvirá perguntas relacionadas aos produtos da empresa, ou sobre o tipo de contribuição que você poderia dar caso obtivesse o emprego, ou por que você gostaria de nela trabalhar. A única forma de evitar respostas vagas e genéricas é ter de antemão informações sobre a empresa. Atualmente, é muito fácil obtê-las via websites na internet e, assim, você estará demonstrando seu real e genuíno interesse em fazer parte da empresa.

Ressalte seus pontos fortes - Fale de suas principais competências, enfatizando as que estão mais alinhadas à posição em questão. Assim estará sendo mais direcionado.

Prepare-se para falar dos pontos fracos - É claro que seu principal interesse durante uma entrevista é destacar suas qualidades. Contudo, perguntas sobre seus pontos fracos com certeza virão. Pense com antecedência em como respondê-las da melhor forma possível, sem enrolar ou mentir. Porém, não se estenda demais com justificativas - todos temos competências menos desenvolvidas.

Espere o inesperado - Os entrevistadores podem não se limitar a perguntas. Eles podem convidá-lo a participar de uma dinâmica de grupo, para realizar um teste escrito ou até mesmo desenvolver um case study, quer com aspectos sobre a empresa ou sobre o mercado. Considere essa possibilidade para não ser pego desprevenido.

Melhor ser formal do que informal demais - Alguns entrevistadores tentam dar um tom mais descontraído à entrevista, para quebrar o gelo. Mas isso não quer dizer que você pode agir como se estivesse em casa, conversando com amigos. Formalidade não significa mostrar-se rígido e tenso. Significa apenas portar-se de acordo com a ocasião e não descuidar de sua linguagem, tanto a verbal quanto a corporal. Por mais amigável que o entrevistador possa parecer, lembre-se de que você está sob escrutínio o tempo todo. Mostrar deferência e respeito é o mais adequado, sempre.

Destaque os pontos altos de sua carreira - Suas conquistas devem saltar aos olhos do entrevistador. Esse é um dos pontos mais importantes a ser considerado. Fale de seus êxitos, mas não entre em detalhes de forma exagerada, pois assim poderá perder a atenção do entrevistador.

Atenção à linguagem - Tenha cuidado para não utilizar um vocabulário inadequado ao cargo, ou demasiadamente técnico/específico. Por outro lado, caso verifique que os conhecimentos técnicos poderão contar pontos a seu favor, pois demonstrará sua familiaridade com a área ou setor, faça disso uma vantagem competitiva.

Esteja sempre alerta - O lema dos escoteiros também vale para as entrevistas de emprego. Ouça as perguntas com atenção e seja objetivo em suas respostas. Responda o que foi perguntado e não o que você gostaria que te perguntassem.
Mostrar-se confiante - A autoconfiança é uma qualidade que os entrevistadores sempre procuram nos entrevistados. Nem mesmo um currículo brilhante irá ajudar um candidato que passa uma imagem hesitante.

Transpareça seu interesse ao final - Se houve interesse de sua parte, não deixe de demonstrar claramente. Os entrevistadores apreciam saber sua intenção a respeito.

* Ricardo Bellino é fundador da Trump Realty Brazil, tendo sido considerado pelo próprio Donald Trump, em seu novo livro "Pense como um Bilionário", como uma verdadeira inspiração e exemplo para os aspirantes a aprendiz. É também o mentor do INEMP - Instituto do Empreendedor e autor dos livros PDI - O Poder das Idéias e Sopa de Pedra, ambos sucesso de crítica e vendas. ** Silvana Case é vice-presidente executiva do Grupo Catho, uma das maiores empresas de consultoria em Recursos Humanos do País. Atua na orientação de carreira e no recrutamento de executivos. Nos últimos 2 anos, vem conversando com empresários e CEO's para conhecer a fundo a trajetória profissional de pessoas que fazem a diferença no cenário econômico brasileiro - pessoas que chegaram lá.
(autoria de Ricardo Bellino e Silvana Case.)
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sábado, 7 de janeiro de 2012

O que somos...

"Ce sabe realmente a sua importância, ou melhor ce sabe com quem está falando?"



Você ainda acredita que somos únicos no universo?
      Esse video trás as nossa mentes novas conexões, sobre assuntos que temos duvidas e que temos certa propensão à apologia, influenciada pela religião como a criação, poderia explica-lo, mais ele (Mario Sergio Cortella) sintetizou , tudo em um palestra a 5 anos atrás.

Teorias Administrativas


“A importância das teorias administrativas nas organizações dos dias de hoje”

Assim como a literatura as teorias administrativas são reflexos de seu tempo (época) na história. Elas surgiram de acordo a necessidade de gestão de cada época, começaram a ser desenvolvidas durante a industrialização na Grã-Bretanha entre os séculos xvIII e xIx.
Os gestores da época se viam forçados a desenvolver métodos que avaliassem o trabalhador e que padronizasse o serviço para que não voltassem a era artesanal, pois com o advento das maquinas a vapor e as grandes linhas de produção eles não poderiam deixar isso acontecer. A evolução social se mostrou peça chave para o desenvolvimento das teorias administrativas.
Devido ao desenvolvimento exponencial  das organizações, surgiram às teorias, e são elas: teoria da administração cientifica (com ênfase nas tarefas), teoria clássica (com ênfase na estrutura), teoria das relações humanas (com ênfase nas pessoas), teoria da burocracia e teoria estruturalista (com ênfase na estrutura), neoclássica (estrutura), contingencia (com ênfase em ambiente e tecnologia), neo-schumpeteriana (com ênfase na tecnologia).
Na atualidade um empreendedor não pode assumir um desses conceitos como a coluna cervical administrativa de sua empresa mais sim como referência, pois essas teorias administrativas evoluíram ao longo do tempo, originando (dando continuidade a linha de pensamento, mas em um novo contexto histórico) umas as outras, por isso é correto afirmar, por exemplo, que a teoria de contingencia, é uma versão corrigida da teoria clássica, mas isso depende, pois todas elas se complementam, há pontos em que a teoria da contingencia ignora e que a teoria clássica mais antiga (que fala mais sobre estrutura), dá bases conceituais e apoio nas decisões do gestor.
As organizações de hoje se mostram dinâmicas, seus administradores sabem que relação/ponto delimitador entre o sucesso e o fracasso, depende muito de como está seus serviços, colaboradores e sua estrutura organizacional. Por isso ha necessidade de métodos científicos na administração e conceitos realistas que transformem teoria em pratica.
Conclui-se que as organizações, estão passando por processos cada vez mais flexíveis de gestão valorizando acima de tudo o capital humano e buscando sempre novas estratégias de crescimento e inovações tecnológicas para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e globalizado. Teorias administrativas foram criadas para resolver problemas organizacionais de planejamento, ordem e disciplina devido ao crescimento acelerado das organizações após a Revolução Industrial onde a mão-de-obra era desqualificada e os empresários precisavam gerenciar a produção. Hoje já falamos em interrrelacionar as teorias, fazer delas uma referencia no gerenciamento e na forma de entender o trabalhador e consumidor.