Todo o ano eleitoral é a mesma
coisa... Pessoas que você nunca viu no mínimo, nos últimos 3 anos, falando de
problemas que te assolaram nos últimos 10,20,30 anos... E mais, Propondo
soluções mirabolantes, técnicas, improváveis, Racionais e até palpáveis, que te
fazem acreditar que efetivamente esse(s)
problema(s) será (ão) resolvido(s). Pessoas te abordam nas ruas com Banners,
panfletos e adesivos multicoloridos, lógico que a marca do pretendente não pode
faltar. É até empolgante ver pessoas que acreditam tanto nesses candidatos, a
ponto de vendê-los como remédio milagroso, que tudo faz e tudo cura. As
mobilizações populares que em cima do período de votação acontecem,
congestionando o transito ou causando transtornos que vão desde ao som alto,
até acidentes devido a descoordenação das carreatas.
Comícios inúmeros e todos
mobilizadores do ponto de vista populacional. Não podemos esquecer das reuniões
pré-eleições, que acontecem na casa de eleitores do mesmo perfil das pessoas
que te abordam nas ruas: ai é um bacanal, rola de tudo, “mas sem malicia”, o candidato
espoe suas ideias, e logo é correspondido com silêncios avassaladores, que fazem
o discurso do pretendente, crescer e passar cada vez mais credibilidade
confiança e por fim o convencimento de que a proposta dele é a melhor, mas
lógico com uma mensagem final, “isso foi apenas uma conversa informal” .
Debates televisionados ou
transmitidos pela internet e radio, que na maioria das vezes respeitam a
democracia, através de esquemas mirabolantes, que com suas soluções matemáticas
e imparciais permitem que não haja prejuízos ao candidato mais conveniente a
emissora, ou o mais bem cotado nas pesquisas.
Vemos a famosa boca de urna, onde
alguém que te conhece ou não, tenta influenciar um publico alvo em particular;
você! E outras pessoas que ele conhece e outras pessoas que ainda, no dia da
votação, não tem candidato definido ou irão por razões ‘obvias’, votar em
branco, lembrando que a famosa boca de urna tem a mesma mensagem final das
reuniões pré-eleições, pois nesse caso a mensagem é mais enfatizada ainda, porque
a pessoa pode ser denunciada e ai, irá para a cadeira de um ginásio esportivo
tendo como companhia outros, que juntamente com ela, partilharam de horas entediadas,
tendo como punição principal: sua privação de exercer seus direitos de cidadão?
Tendo como vigilantes “atentos” os agradáveis Policia; tudo isso tomando cafezinhos
e comendo algo parecido com comida...
Propaganda politica... As
palavras são poucas para definições tão complexas... Quem assiste tem primeiro
o orgulho de ver propagandas partidárias de partidos que pregam a democracia,
acima de todas as coisas – até partidos comunistas – (detalhe) isso seria
normal se o comunismo adotado por esses, fossem os mesmo formulado por
filósofos das ciências econômicas. Os horários são uma “coisa”, mais “coisa”
são as coligações partidárias, todas beirando o esgotamento das possibilidades
de combinação do ponto de vista matemático, probabilístico e ideológico.
Promessas são os pilares da
politica moderna (Maslu Correa). Ainda bem que os aspirantes aos cargos
públicos contam com a amnesia cíclica do seu publico, isso lhes dá confiança e
autoestima para continuarem prometendo sem o mínimo compromisso de cumprir.
O Adorado, idolatrado, cliente fiel,
consumidor, publico alvo, eleitor (possível popularmente falando, Mané), é
absolutamente interessante ver a mobilização de pessoas interessadas na
“democracia” ([Do gr. demokratía.] Substantivo feminino.. Governo do
povo; soberania popular; democratismo. ). O eleitor é com certeza a parte mais
importante desse período, pois é ele que ajuda a organizar esse evento chamado
eleições, a cada 2 anos.
Quando a pessoas vão em reuniões
partidárias ou em reuniões feitas em prol do candidato na casa de eleitores, se
prestarem bem atenção, poderão verificar e constatar a existência de 3 tipos
básicos de eleitores, 1º aqueles que estão ali só para comer, porem é
simpatizante da causa mas só e se só “descolarem um esquema com o candidato”; 2ºaqueles
que não veem a hora de acabar aquilo, pois ele se achou enganado, devido a
pessoa que lhe informou, não ter lhe avisado que aquilo era uma reunião de candidatos
- pois, ele imaginava que era mesmo com o proprietário do cargo oficial (ex: prefeito,
governador e etc...); 3º aqueles que
chegaram vinte minutos mais cedo para comer e que permanecem comendo todo o
período de explanação do candidato que como sempre não falou pouco.
Temos por fim um perfil de
eleitor que age de acordo com sua ética - cada vez mais ética - o eleitor, classificado
como consumidor/cliente o mais comum entre toda a gama de cidadãos, de um
estado democrático de direitos... Aquele que tem uma necessidade e fará de tudo
para supri-la chegando até usar como moeda, o seu rico e disputado voto. Existe
outra classe de eleitores: são aqueles que não medem esforços quando o assunto
é pedir, podemos até classificar como uma subclasse dos eleitores
Consumidores/clientes, o eleitor consumidor/cliente pidão, que representa um
nicho em expansão desde que o mundo é mundo, que é aquele que tudo pede porem
nada conseguiu.
Como esquecer o Superior Tribunal De Justiça Eleitoral; mais conhecido como a personificação jurídica da impunidade e exemplo intangível quando o assunto é a proteção da categoria, só perdendo para o parlamento e o Superior Tribunal De Justiça.
Virou vulgar o pensamento que
politica é uma coisa só de ladrão e pessoas mal intencionadas, mas isso devido
a cultura que existe neste país, de que politica é para um grupo isolado de
pessoas e mais que politica é para os ricos que por sua vez usam os pobres para
conseguirem o que querem.
É absolutamente incrível ver que em pleno século 21, pessoas se vendem, ou melhor, vendem sua chance de mudar o cenário atual, em troca de favores, como a quitação de uma fatura do cartão de crédito ou uma simples promessa de emprego – que diferentemente das outras promessas do candidato não será esquecida, nem por decreto... Isso por parte do cidadão eleitor. É esse tipo de atitude que movimenta as indústrias (lucrativas) eleitoreiras.
A cultura de um povo é que dita
seu progresso social frente a outros povos (Maslu Correa)... Na Grécia antiga
quem não gostava ou mesmo não se envolvia com assuntos sociais e política, era
chamado de Idiótes(idiota em português) pois
essas pessoas se viam como o centro do mundo, tudo era voltado a elas, só seus
interesses importavam. Por outro lado era “politico” ou Politikós quem praticava o inverso de Idiótes ou pelo menos se interessava por questões sociais e
coletivas. Conclui-se que temos que ser políticos para não sermos idiotas.
Se uma escolha for bem feita os
benefícios consequentes da mesma, duraram gerações... São as escolhas que fazem
o desenrolar da vida.
Lógico, por ser isso uma redação,
que abordara de forma peculiar, só sobre a ponta ao iceberg, o famoso “etc...”
se aplicaria no final de cada paragrafo e de cada frase feita, que como pode
ser notado, não são poucas. Lembre-se isso foi apenas uma conversa informal.
Como esquecer o Superior Tribunal De Justiça Eleitoral; mais conhecido como a personificação jurídica da impunidade e exemplo intangível quando o assunto é a proteção da categoria, só perdendo para o parlamento e o Superior Tribunal De Justiça.
É absolutamente incrível ver que em pleno século 21, pessoas se vendem, ou melhor, vendem sua chance de mudar o cenário atual, em troca de favores, como a quitação de uma fatura do cartão de crédito ou uma simples promessa de emprego – que diferentemente das outras promessas do candidato não será esquecida, nem por decreto... Isso por parte do cidadão eleitor. É esse tipo de atitude que movimenta as indústrias (lucrativas) eleitoreiras.
Sugestões e duvidas entre em contato através do E-mail: jpnto@ymail.com